terça-feira, 29 de junho de 2010

Uso de tecnologia sem fio cresce 60% na área de saúde

por Saúde Business Web

29/06/2010
Estudo da ABI Research aponta que uso dessas soluções aumenta a flexibilidade e eficiência dos serviços dos serviços

A implementação de redes sem fio em ambientes de saúde cresceu, em média, 60% nos último 12 meses em todo o mundo segundo levantamento da ABI Research.

A consultoria espera um crescimento de dois dígitos para a implementação de redes Wi-Fi locais (WLAN) em hospitais, laboratórios, clínicas e outros ambientes vertical.

Outras tecnologias sem fio tiveram um crescimento significativo no setor ao longo de 2009 como, por exemplo,o Bluetooth, Low-Energy e alguns tipos de ferramentas wireless.

De acordo com a ABI Research, a adoção do Wi-Fi tem ajudado a superar as preocupações iniciais sobre a complexidade e confiabilidade na tecnologia wireless na área da saúde.

O número crescente de tecnologias sem fio que tem sido testadas e implementadas na área da saúde acentuam ainda mais o nível de interesse em utilizar estas ferramentas para aumentar a flexibilidade e eficiência dos serviços em todo o globo.

Fonte: ITWeb

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Uma notícia intrigante...

A notícia desta quinta-feira promete esquentar o mercado de TI mundial: a Comissão Européia Anti-Truste aprovou a compra da Sun Microsystems pela Oracle. A gigante de banco de dados e ERP adquiriu a dona do Java por 7,4 bilhões de dólares. Em longo trâmite de meses, faltam apenas os avais de Russia e China para que o negócio se concretize de fato. A aprovação da comissão norte-americana ocorreu em agosto do ano passado.
Esta parece ser uma das maiores fusões da história da TI mundial. Dona de uma poderosa suite de soluções para banco de dados, a Oracle agora poderá (se tudo der certo) ter produtos bastante conceituados em outros segmentos, como Sistemas Operacionais (Solaris) e se apossando da poderosa e disseminada plataforma Java. Além disso a Oracle será detentora do MySQL, uma das plataformas de banco de dados free mais utilizadas no mercado atualmente.
Mas a estratégia de Larry Elisson, CEO da Oracle, vai além de plataformas de software. O grande intuito da Oracle é entrar competitivamente em um segmento no qual não possui nenhuma atuação: o de fabricação de servidores. Esta é a principal motivação da aquisição bilionária. Desta maneira a Oracle se torna uma das principais empresas oferecendo soluções para diversas camadas e níveis de clientes diferentes.
Assim, esta aquisição, se confirmada, promete aquecer e muito a disputa no mercado de TI. Isto porque além de tem uma poderosíssima plataforma de banco de dados, a Oracle também terá em suas mãos outras pérolas preciosas em software, como a plataforma Java, o Sistema Operacional Solaris e o MySQL. Outro fator estratégico importante é a divisão de hardware da Sun, bastante respeitada principalmente na fabricação de servidores. Agora, o que a gigante fará com esse arsenal nas mãos? Espere até dia 27 de janeiro, quando Larry Elisson anunciará a tão aguardada estratégia da Oracle!

Fonte da notícia: ITWeb

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

TI cresceu mais que economia em 2009

Retirado de ITWeb

Dados preliminares da Brasscom apontam para crescimento de 6% a 8% e faturamento de US$ 65 bilhões

O setor brasileiro de tecnologia da informação cresceu em 2009 "acima do que se poderia imaginar", afirmou na sexta-feira (08/01) o presidente da Associação Brasileira das Empresas de TI e Comunicação (Brasscom), Antonio Gil, em entrevista à Agência Brasil. Dados preliminares divulgados pela entidade indicam que o setor cresceu acima da média da economia, mostrando expansão de 6% a 8%.

O volume de faturamento também foi robusto", pontuou Gil. O executivo estima que somente o setor de TI, excluindo telecomunicações, deve ter faturado em torno de US$ 65 bilhões, "o que faz com que o Brasil seja, provavelmente, o oitavo maior mercado de TI do mundo." Quando se inclui o segmento de telecom, o faturamento do setor deve se aproximar de US$ 140 bilhões, "representando de 7% a 8% do Produto Interno Bruto (PIB).".

No que se refere às exportações, a Brasscom espera que as operações tenham alcançado US$ 3 bilhões, montante superior aos US$ 2,2 bilhões exportados em 2009. Antonio Gil destacou, porém, que o crescimento "ainda é pequeno frente aos US$ 50 bilhões de exportação (de softwares e de serviços de TI) da Índia."

Gil lembrou ainda que a tendência do setor é se deslocar para o interior do País, em particular para o Nordeste. Locais como Recife, Salvador, Campina Grande e Fortaleza, além de Curitiba e o interior paulista, são atrativos. "A competência brasileira está totalmente difundida. Mas, no interior, existe um interesse muito grande em atrair empresas desse setor", afirmou.

Diversas prefeituras têm procurado a Brasscom, interessadas em sediar empresas de TI. Para isso, oferecem benefícios, como redução de imposto de serviço e do Imposto Territorial Urbano (IPTU), "às vezes colocando facilidades à disposição das empresas que queiram se instalar ali. Então, você vai ter um grande desenvolvimento fora dos grandes centros do Rio de Janeiro e São Paulo, que são muito caros", acrescentou.

*Com informações da Agência Brasil

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

5 previsões para as áreas de tecnologia e internet em 2010

Por Computerworld/EUA

Retirado de IDGNow

Produtos grátis na web serão coisa do passado e as redes sociais vão criar oportunidades de trabalho, dizem especialistas.

Para enxergar o futuro é preciso compreender o passado. Será verdade? A Computerworld americana perguntou a alguns dos principais observadores da indústria sobre o que acham que irá ocupar corações e mentes dos profissionais de TI e de internet em 2010. Confira.

1. Fim dos freebies na internet
Nos primeiros 30 anos de sua existência, a internet foi um ambiente avesso ao comércio. Isso deu origem a uma base ética que não tinha lugar para o lucro. Mas 2010 será o ano em que esse tipo de gratuidade simplista dará lugar a uma gratuidade inteligente. Sempre haverá fornecedores dispostos a dar aperitivos grátis, mas as melhores ofertas estarão sujeitas a limites, ou serão disponíveis por meio de assinaturas ou micropagamentos. Os serviços de banda larga poderão criar limites de 50 GB por mês, acima do qual poderão incidir taxas extras. A midia impressa poderá até falir primeiro; depois, com o tempo, o fornecimento de conteúdo de alta qualidade será tão restrito que os usuários ficarão felizes em pagar por assinaturas. (Bo Parker, diretor-gerente do Centro para Tecnologia e Inovação da PricewaterhouseCoopers)

2. Estressado pelo Facebook
Vamos assistir a uma fadiga das redes sociais, mas os usuários mais astutos continuarão a usar essas plataformas para construir suas marcas pessoais. Para a maioria das pessoas, a atualização do Facebook parecerá tediosa, já que seus "amigos" realmente não se importam com o nome da faculdade que você cursou. O Twitter toma um bocado de trabalho, mas pode ser um grande colaborador na criação de marcas pessoais, desde que a pessoa se esforce. O LinkedIn tem melhorado, principalmente por causa da seção Answers (Respostas); os usuários poderão se tornar autoridades bem recompensadas em suas áreas de atuação se investirem uma hora ou duas por semana publicando perguntas e respostas inspiradas. Plaxo? Por favor, pare de me chatear. Na minha escala de redes sociais, sua posição é muito baixa para que eu pense em dedicar algum tempo com você. (Mike Dover, coautor do livro Wikibrands: Como construir uma marca em um mercado controlado pelo consumidor, a ser lançado)

3. Morte da privacidade
Há 10 anos, a indústria da privacidade estava bombando. Em 2010, estaremos no limite de riscar essa palavra da lista das coisas com as quais realmente nos importamos na vida. O gerenciamento de alto nível continuará a ser consumido por questões chave como custo, valor e diferenciação de marca. Infelizmente, a turma da privacidade relativa não viu sua mensagem ser traduzida com sucesso para a linguagem dos negócios. O que causa mais dano à sobrevivência, no longo prazo, dos que defendem a privacidade clássica é sua falha em entender e abraçar significativamente as preocupações da privacidade quase não existente dos líderes da próxima geração - a geração do milênio. (Thrornton A. May, colunista da Computerworld/EUA, observador da indústria, consultor de gerenciamento e comentarista)

4. Guru social
Apesar de o conceito de guru de redes sociais parecer esquisito em 2013 (você por acaso tem hoje um guru de fotocopiadora em seu escritório?), há uma oportunidade em 2010 para pessoas que realmente compreendem como fazer as redes sociais acontecerem dentro de uma empresa. Claro que há quem estenda o tapete para os gênios do assunto no mercado, mas eu também acho que há um bom número de pessoas que não sabem o mínimo de redes sociais e, pior, se recusam a pedir ajuda para entender do que elas tratam. (Mike Dover)

5. Profissionais de TI que respiram redes sociais
As mídias sociais podem até ter começado como moda, mas seu status em ambientes corporativos têm crescido rapidamente. Em 2010, veremos uma intensificação da busca por especialistas em TI capazes de cativar audiência para mensagens, produtos e serviços corporativos. As habilidades em demanda serão basicamente técnicas, mas também bastante focadas em negócios e no consumidor, e temperadas ocasionalmente com exigências específicas. (David Foote, CEO e principal pesquisador, Foote Partners LLC)